Descobrimento
do Brasil e Inconfidência Mineira
Após, conseguimos a independência, a soberania
e o fortalecimento das instituições democráticas
O mês de abril nos faz lembrar que, passados exatos
510 anos desde o descobrimento do Brasil, muito foi feito
para que conseguíssemos a nossa independência,
a soberania e o fortalecimento das instituições
democráticas.
Hoje, podemos dizer que adquirimos mais do que a independência
do nosso País. Além de soberanos, obtivemos
a independência financeira, o que nos faz ser respeitados
no Mundo inteiro, como uma Nação que sabe
conduzir os problemas, e a nossa voz é ouvida em
todo o Planeta. |
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Sempre fomos pacificadores, tanto isto é verdade,
que foi o Brasil quem sempre soube cumprir fielmente as
Missões de Paz às quais foi chamado para
agir.
Aliás, faz parte da nossa história, desde
o conflito no Canal de Suez (década de 50), pois
o Brasil se destacou nas Missões de Paz, e atualmente
podemos observar o trabalho dos Brasileiros no Haiti,
que, indiscutivelmente, é o mais reconhecido, e
o mais bem avaliado, o que nos dá autoridade moral
para sermos respeitados e ouvidos.
O espírito do brasileiro é de Paz, tanto
assim que, até mesmo em um assunto polêmico
como a pesquisa e o desenvolvimento da energia nuclear,
só se admite para fins pacíficos, (vide,
CF – Art. 21, Inciso XXIII, alínea “a”).
Mas não foi fácil, desde os índios,
passando pelos inconfidentes, pelos abolicionistas, e
pelos heróis da Resistência aos regimes ditatoriais,
muitos fatos degradantes ocorreram até que conseguíssemos
chegar onde chegamos.
É certo, também, que o restabelecimento
das Instituições Democráticas ocorreu
da forma mais harmoniosa possível, e hoje vemos
que os esforços da grande maioria estão
conseguindo neutralizar alguns sentimentos de represálias
contra os que participaram da cena dos conflitos internos
ocorridos no regime de exceção, decorrente
da revolução de 1964.
Se soubemos resolver tantos problemas, até mesmo
participamos na solução de conflitos em
outros países, saibamos, então, aplicar
a verdadeira paz e a justiça social entre nós,
os brasileiros.
Assim, não podemos esquecer todos os que lutaram,
sofreram e morreram, para que hoje sejamos um País
independente, livre, soberano e democrático, e
de instituições sólidas. Mais ainda,
temos o dever de dar continuidade a este processo que
faz a nossa sociedade caminhar para a evolução,
e - o mais importante - em um dos fundamentos da própria
Constituição Federal de 1988, que é
a dignidade humana (Art. 1º, inciso III).
A expressão “dignidade humana” engloba
todos os valores éticos e morais que possibilitam
uma vida harmoniosa entre as pessoas, e, para que isto
se concretize, devemos erradicar o preconceito, fazer
valer a igualdade entre todos, educar e formar corretamente
a criança e o adolescente, apoiar o deficiente
físico, amparar o idoso, e, principalmente, fortalecer
o verdadeiro sentido de família, que é a
base da sociedade, (vide, CF – Art. 226), pois,
a partir daí, certamente teremos uma sociedade
justa e solidária.
Se muitos brasileiros suportaram tudo o que passaram,
e obtiveram o que hoje nos beneficia, certamente conseguiremos
levar adiante o que precisamos e temos o dever de fazer.
Tudo isto para lembrar que e reflexão é
o que melhor nos auxilia para que melhoremos como pessoas.
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