Vivenciando novas culturas

A melhor forma de se aprender uma nova língua é conhecendo um novo país

O Intercâmbio virou sensação entre os jovens brasileiros. Até na Nova Zelândia, no outro lado do mundo, é comum ouvir o português pelas ruas, principalmente durante as temporadas. O que parece ser invenção atual é, na verdade, um costume bem antigo que surgiu no início do Brasil
Império. Na época, famílias ricas costumavam enviar seus filhos para a Europa para aprenderem um pouco mais da cultura, sofisticação e costumes do velho continente. “Nas últimas décadas, especialmente com a crescente globalização e a conseqüente valorização do profissional que conhece e entende outras culturas e domina outros idiomas, a experiência que o programa de intercâmbio proporciona tem sido decisiva”, diz Ligia Menezes, diretora da CI – Central de Intercâmbio, em Alphaville.

Aos 13 anos de idade já é possível fazer um intercâmbio. O mais popular entre os cursos oferecidos é o High School, em que estudantes a partir de 15 anos podem vivenciar diferentes culturas estudando durante um semestre ou mais em uma escola de ensino médio fora do Brasil. O estudante fica hospedado na casa de uma família estrangeira, o que ajuda ainda mais na aprendizagem do idioma. As famílias escolhidas para receberem os alunos são visitadas pelas organizações parceiras da CI. Uma das exigências é que o estudante de intercâmbio tenha seu próprio quarto.

O destino mais concorrido, afirma Ligia, é o Canadá “pelo fato de ter o melhor custo beneficio. Depois os Estados Unidos, Inglaterra, Austrália e Nova Zelândia, entre outros”. A Inglaterra e os Estados Unidos são campeões quando o objetivo é trabalhar no país estrangeiro, mas para apenas fazer turismo, o local mais escolhido é a Europa.

Além de cursos de inglês extensivos, a CI também oferece cursos para executivos, professores, preparatórios para o Toefl, Cambridge e cursos de mandarim, francês, espanhol, alemão e italiano.


Uma estudante diferente

Dona Elvira com colega intercambista e em passeios culturais

Quem pensa que intercâmbio é “coisa pra jovem” está muito enganado. Idosos saem todos os anos para se aventurarem em terras estrangeiras. O destino preferido é a Europa. “Muitos acabam querendo aprender uma língua diferente e passear ao mesmo tempo”, afirma Ligia.

Com Elvira Lima Gentil foi um pouco diferente... Sua neta estava de malas prontas para um intercâmbio em Nova York, em 2004, quando passou no vestibular e desistiu de viagem. Dona Elvira então decidiu ir no lugar da neta. “Foi emocionante, porque cheguei à escola completamente aturdida, com meia dúzia de palavras em inglês na bagagem. Mas fiquei. Os jovens se acostumaram com a minha presença e com os meus 74 anos na ocasião”, diz Elvira.

No ano seguinte, Elvira não só voltou para completar o próximo estágio de seu curso, como levou consigo sua neta e nora. “Na primeira vez, não havia ninguém, nem por sonho, perto da minha faixa etária. Os meus colegas tinham de 13 a 25 ou 30 anos. No ano seguinte, já apareceram pessoas com 40 ou 50 anos. Fui uma espécie de mãe para aqueles alunos estrangeiros que estavam longe de casa. Foi bom para eles e bom para mim”. Os planos para o ano que vem? Voltar para Nova York, desta vez com seu sobrinho. A CI oferece algumas facilidades, como por exemplo, o pagamento do curso e da estadia, em diversas parcelas.


Quanto custa?

Para se fazer um High School nos Estados Unidos, investe-se a partir de U$ 5.500 em um pacote completo. Para um curso no Canadá, o pacote completo sai a partir de U$2.900. Agora é só escolher seu destino e boa viagem!

 
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Contato:
CI – Central de Intercâmbio
Endereço: Praça das Violetas, 70
Centro Comercial Alphaville
Fone: 11 4193-1981
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