Segundo
Esther Cohen, terapeuta e consultora em Programação
Neurolinguística, já na primeira sessão
a criança ou o jovem que participa de uma aula
de comunicação ou coaching, já
não se sente um problema, está se aperfeiçoando.
“Em geral, a terapia é breve, com duração
de dois a três meses, com um trabalho que traz à
tona os objetivos, foco, atentividade e crenças
fortalecedoras, trabalhando a força interior do
jovem pela coerência de seus pensamentos, palavras
e ações”, explica Esther.
Para crianças em fase escolar, o trabalho pode
ser iniciado a partir dos três anos de idade. Durante
a fase de adaptação, os trabalhos são
de visualização e desenhos, para que a criança
possa se sentir incluída e envolvida no novo ambiente.
Já para as mais crescidas, de 10 a 13 anos, o foco,
em geral, é para as situações em
que elas são excluídas de algum grupo de
amizade ou de estudo, pois a dor de ser excluída
é imensa e as faz se sentirem impotentes. “O
trabalho é exatamente oferecer segurança
e técnicas para que as crianças tenham mais
liberdade de ação com novas opções
que lhe são oferecidas. Costumo acompanhar semanalmente
a aplicação do aprendizado e os novos fatos
ocorridos, conduzindo a criança a ser proativa
e assertiva na sua comunicação com ela mesma
e com terceiros”, complementa a terapeuta. |