Mais uma vez, um show de vôlei para os brasileiros
 
 

No último dia 18 de abril, presenciamos um super jogo da final da Super Liga de Voleibol Feminino. O cenário não poderia ser mais perfeito. Ibirapuera, lotado, virou a casa do Osasco e do voleibol brasileiro, que presenciou um jogo espetacular com a vitória do Osasco.

O voleibol foi criado em nove de fevereiro de 1895 por William George Morgan, nos Estados Unidos da América. O objetivo de Morgan, que trabalhava na "Associação Cristã de Moços" - ACM, era criar um esporte de equipes sem contato físico entre os adversários, de modo a minimizar os riscos de lesões. Inicialmente jogava-se com uma câmara de ar da bola de basquetebol e foi chamado “mintonette”, mas rapidamente ganhou popularidade com o nome de “volleyball”.

Em 1947 foi realizado o primeiro Campeonato Mundial de Voleibol da modalidade, apenas para homens. Em 1952, o evento foi estendido também ao voleibol feminino. No ano de 1964 o voleibol passou a fazer parte do programa dos Jogos Olímpicos, tendo-se mantido até a atualidade.

Recentemente, o voleibol de praia, uma modalidade derivada do voleibol, tem obtido grande sucesso em diversos países, notadamente no Brasil e nos EUA.

Diferente do que pensava o criador, a criatura tomou forma e ganhou uma nova cara. Mulheres altas e fortes, homens idem, todos treinando para manter seus ossos e músculos em condições perfeitas de suportar a sobrecarga de uma partida de voleibol, com centenas de saltos em sua potência máxima, deslocamentos e movimentos da cintura escapular, nunca imaginados pelo seu criador, e que hoje desafia mestres e doutores, na busca na manutenção da performance e da integridade do atleta.

Saindo um pouco do profissional, o voleibol é importante sobre todos os aspectos positivos que a prática de um esporte regular pode trazer, principalmente no social. A prova disso são as inúmeras equipes de voleibol adulto, máster e veteranos, e está presente também em todas as competições para a “melhor idade”.

Pensando em tudo o que esta modalidade pode proporcionar, vou mais para o lado social e, pensando nisto, caio no Alphaville Tênis Clube (ATC), que dispõe de um ambiente totalmente social e que conta com quase duas mil pessoas diariamente.

No ATC, o vôlei cresceu com a comunidade e para a comunidade. Inicialmente praticado na quadra externa, e depois na interna, com a construção do Ginásio Takaoka, das Olimpíadas Interalphas, principal evento regional do País, e posteriormente à construção do Complexo Poliesportivo Estéfano Carrieri, mobilizou os residenciais a formarem suas próprias equipes trazendo uma expansão da modalidade. Hoje a região conta também com a ACM Alphaville e o Grêmio Recreativo Barueri, além dos municípios vizinhos que, em seu trabalho de formação e “melhor idade”, oferece o voleibol.

Atualmente o ATC conta com nove equipes com mulheres de 26 a 76 anos. Muitas foram atletas profissionais. Hoje as filhas jogam com as mães e mães jogam com as filhas. São elas:

Eliana e Karen Ximenes Genaro
Maria Helena e Daniela Del Bortolo
Maria do Rosário e Priscila Ruiz
Amália e Claudia Cachoni

Além destas, temos famílias inteiras que praticam o esporte no ATC. São elas:

Karyne e Samuel Simões
Solange, Enzo e Paloma Rizzo
Andrea e Amanda Fonsi
Rosemeire e Giulia Escrich
Patricia e Jeannie Dantas
Cristiane, Giulia e Alexia Costa Duarte
Zenilde, Wanderley e Gabriel Cardoso Buim
Claudia, Wladimir e Isabela Donegá
Mara e Rodrigo Coelho
Adriane, Paulo e Bruno Moratore
Rosangela e Taynan Ferreira Rodrigues
Cassiana, Vinicius e Lucio de Araújo Costa

Todos nós esperamos que o voleibol continue trazendo resultados e oferecendo, a cada equipe formada, uma sensação que só o esporte pode proporcionar.

Até a próxima!