Tive
e tenho a sorte e o privilégio de contar com o
concurso de pessoas que compartilham de ideais comunitários
e têm na brasilidade a preocupação
maior pelo estado de insegurança, sob todos os
aspectos, a que a Nação está submetida.
Estas pessoas, hoje, extrapolam os quadros e os limites
da associação e atingem a todos os cantos
de nossa Barueri.
Os assuntos que defendemos e os serviços que prestamos;
nas atividades que participamos, sempre temos encontrado
o melhor respaldo pelas nossas convicções.
Os empresários responsáveis pelo progresso
da nação, e contribuintes do famigerado
custo Brasil, infelizmente são tão-somente
coadjuvantes desse aludido progresso. Os atores principais
são exatamente atores. Representam interesses difusos
que não comungam com os da maioria.
Países, outros, passam à nossa frente na
educação, tecnologia, responsabilidade social
e por aí vai. Compramos um automóvel, pagamos
dois e levamos um. Pagamos a mais alta taxa de juros do
mundo. Também uma das mais caras gasolinas do mundo.
E somos auto-suficientes em petróleo e temos energia
renovável: hidroelétrica e álcool.
Alguma coisa não está certa nesta equação.
E, para entender esta inequação, há
de se convir que outros elementos (variáveis) têm
que ser adicionados para que as regras sejam definidas
e traduzidas em resultados mais abrangentes e que não
permaneçam no privilégio dos poucos.
Uma nação não tem donos, assim como
um estado, uma cidade, uma associação. Donos,
gestores, são todos aqueles que compartilham os
mesmos ideais e se submetem às mesmas prerrogativas.
Os que assim não pensam tenho-os na conta dos impostores.
Mantêm-se no limite do alcance de suas mãos
e cerram a visão além de uns poucos passos.
Enganam a muitos como se pensassem que enganam a todos.
Fazem dos momentos como se fossem eternos. Socorrem-se
de Deus, como se Ele fosse parceiro dos desmandos.
É..., não é fácil ser Presidente...
Muitas das vezes temos que falar pelos mudos.
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