Não
adianta, quando baixa aquela fome ou quando se percebe
no ar um odor irresistível, quem não chega
próximo e se esbalda com um churrasquinho, que
muitos chamam de “churrasquinho de gato”?
Mas, esperamos que isto não corresponda à
verdade, é claro. Um churro, um sanduíche
com churrasco grego, um cachorro-quente – com tudo
que se tem direito - muitas vezes vêm adicionados
de bactérias, assim como outras apetitosas tentações
a que estamos sujeitos quando saímos às
ruas.
Deve-se prestar bastante atenção ao que
se come, mesmo que não seja possível perceber
a contaminação a olho nu ou pelo gosto.
Crianças com menos de 5 anos, gestantes, idosos
com mais de 60 anos e pessoas imunodeprimidas (com Aids,
câncer, transplantados renais, etc.) fazem parte
do grupo que mais sofre com os alimentos contaminados,
podendo ter sérios problemas de Doenças
Veiculadas por Alimentos.
Quem serve os pratos não pode tocar em dinheiro,
recomendação que é legislativa no
Brasil. Além disto, os alimentos devem ficar cobertos
para evitar que pragas, vetores ou poeira caiam sobre
eles. Mas a contaminação pode ocorrer depois
da compra.
Quantas vezes nos deparamos com uma pessoa que compra
um espetinho (de carne ou linguiça), passa-o na
farinha, morde, passa-o novamente, morde mais um pedaço...,
a saliva que foi passada para a carne vai para a farinha,
após várias passagens de várias pessoas
já daria para imaginar o estado de contaminação
desta farinha. Procure evitar servir a farinha para passar
os espetinhos de carne ou de linguiça em assadeiras
ou pratos. Coloque a farinha em recipientes (tipo de catchup,
com o bico largo) e use um prato descartável como
base individual para cada consumidor.
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