Fabíola Magno Samara

Harmoniosas telas, gravuras, esculturas e artes monumentais fazem parte do trabalho da artista plástica
     
 
Monotipias
 
Esculturas cornucópisas
 
Tendo como foco o trabalho que reflete a alma, Fabíola não se lembra de um único dia não ter pensado em se dedicar à outra coisa que não fosse contar estórias por meio do equilíbrio, harmonia da linha, do traço e da cor em suas telas, gravuras, esculturas ou em suas intervenções urbanas - arte monumental à qual vem se dedicando nos últimos anos e, como ela mesma diz, que “tem o céu e o horizonte como limite”.
 
Gravura
 
As dificuldades em torno de um projeto é o que mais a estimula a fazer de sua arte um trabalho que lhe dá prazer. Trabalhar com outros artistas, discutir possibilidades, buscar o caminho certo, o material correto, conversar com técnicos e artesãos, é o seu grande desafio. “O processo de criação não segue uma ordem comum ou pré-estabelecida, ele se alterna; ora é o material que me encanta e vou desenvolver um trabalho com ele, ora já tenho algo em mente e vou buscar o melhor material para traduzi-lo”, comenta Fabíola.
 
Diáfano
 
Após o lançamento de um Livro de Artista e duas Intervenções Urbanas em 2008, Fabíola prepara para 2009 o lançamento, no Museu da Imagem e do Som (MIS), em SP, do filme “Diáfano”. Este filme traz depoimentos sobre a arte da contemplação, resultado de seu trabalho no mar de Paraty, em parceria com a artista Brigitte Dattler.
 
Intervenção urbana
 
Também para 2009, uma exposição de monotipias, gravuras de pequenas a grandes dimensões, um processo também conhecido como neo-gravura, na Galeria de Arte Lourdina Jean Rabieh. Nesta mesma galeria, podem ser vistas suas esculturas, pequenas instalações de papel reciclado de formas harmoniosas e sensuais. Para o segundo semestre, monta pequenos grupos em seu ateliê para um workshop de desenho com modelo vivo.
     
 

















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Fabíola Magno Samara
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